UNIVERSIDADE
DO ESTADO DE MATO GROSSO
UNEMAT,
CAMPUS, UNIVERSITARIO DE SINOP
FACULDADE
DE EDUCAÇÃO E LINGUAGEM
TECNOLOGIA
DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR
ACADÊMICAS:
ALAIDE LOPES, DANIELA MARTINS, DJORDANA BOMBARDA
A
TELEVISÃO COMO OBJETO DE APRENDIZAGEM
Trabalho apresentado à disciplina
de TICs Tecnologia de Informação e Comunicação no Contexto Escolar como
requisito parcial de obtenção de nota e conclusão do 5º semestre do curso de
Pedagogia, sobre Orientação da Professora Sandra LuziaWrobel Straub
ATIVIDADE
PRATICA NA EJA / PLANO DE AULA
DADOS
DE IDENTIFICAÇÃO
INSTITUIÇÃO
ESCOLAR: EMEB Basiliano do Carmo de Jesus
TURMA:
3º Fase I seguimento
TURNO:
Noturno
Nº
de Alunos: 20
PROFª.
Regente: Danielle Coelho
ANO:
2014
MATÉRIA:
Língua Portuguesa
DATA
DE APLICAÇÃO: 16/06/2014
NOME:
Alaíde Lopes, Daniela Martins e Djordana Bombarda
TEMA:
Meio Ambiente: fauna, flora e Preservação do Mato Grosso.
JUSTIFICATIVA
A escolha do presente tema surgiu em
conformidade com o conteúdo trabalhado pela professora regente da sala. E por
ser um tema abrangente que trata da questão ambiental o que vai favorecer o
estabelecimento de relações entre o objeto de estudo e o conhecimento que o
aluno já possui favorecendo assim formulação de hipóteses e a construção de
conceitos ao longo da vida escolar.
OBJETIVO
GERAL
Desenvolver
uma atitude positiva em relação à preservação do meio ambiente e sua
importância para sobrevivência e qualidade de vida do homem;
OBJETIVOS
ESPECIFICOS
·
Analisar a importância da preservação da
fauna e da flora mato-grossense;
·
Identificar quais animais está ameaçado
de extinção no Mato Grosso;
·
Conhecer os benefícios da flora
mato-grossense;
RECURSOS
MATERIAIS E HUMANOS
·
Sala de Televisão;
·
Televisão (pen-drive com documentário)
·
Professora e alunos da EJA; 3º Fase I seguimento.
·
Acadêmicas 5º Semestre de Pedagogia
·
Papel
·
Caneta, Lápis, Borracha;
METODOLOGIA
·
Conversa informal sobre a televisão
abordando um pouco do histórico e a respeito do tema proposto a partir dos
conhecimentos prévio do aluno. O que é meio ambiente? O que é fauna? O que
flora? O que preservação?
·
Utilizar-se à para aula, uma televisão
em sala, onde passaremos um vídeo “O Documentário Biomas do Brasil”, com
duração de 00:05 min.
·
Logo em seguida provocaremos uma discussão
a partir do documentário assistido sobre os Biomas do Brasil. A
fauna pantaneira e a importância da sua preservação. As
diversidades de aves, mamíferos e reptes que compõe a fauna pantaneira. A
importância ecológica de algumas espécies no equilíbrio ambiental do pantanal.
Algumas
espécies ameaçadas de extinção da fauna mato-grossense. A
flora na vida do pantanal, valor medicinal da flora, O
uso na culinária: a flora e o sabor pantaneiro.
·
Em seguida será proposto uma produção
textual a respeito do tema trabalhado, partindo do documentário assistido, e os
conhecimentos prévios dos alunos.
AVALIAÇÃO
Será
avaliado o processo de ensino e aprendizagem do aluno, individualmente e no coletivo,
através da observação e da desenvoltura no decorrer da aula ministrada.
REFERENCIAL
TEORICO
A
TELEVISÃO COMO OBJETO DE APRENDIZAGEM
Os alunos dos ensinos fundamental e
médio da atualidade compõem uma geração que nasceu e cresceu com a
televisão. Segundo Magaldi (2006 p.113):
“A televisão precisa entrar nas escolas não apenas como recursos, mas, também
como objeto de estudo. Televisão para ajudar a educar, sim, mas simultaneamente
a uma educação para a televisão.”
Na escola, o desafio de integrar a
televisão às atividades curriculares consiste em trazer, das experiências
televisivas dos alunos, a motivação para aprender os conteúdos curriculares,
bem como prepará-los para ser mais seletivos e reflexivos diante da programação
a que assistem em casa. Segundo Magaldi (2006, p.112):
A
televisão como recurso de aprendizagem faz sentido, e pode tornar-se um
elemento significativo no contexto escolar, desde que fiquem bem compreendidos
suas funções e seus limites pedagógicos. E claro, desde que os professores
recebam uma preparação consistente para fazê-lo.
Incluir a televisão na sala de aula,
em todas as áreas e níveis de ensino, não para aumentar o seu consumo, mas para
melhorar o seu processo de aprendizagem, pode ser uma alternativa de ensino
aprendizagem, como também uma aproximação entre aluno e professor. A escola
pode encontrar na televisão uma ótima alternativa para se trabalhar as mais
diversas temáticas em sala de aula partindo dos conhecimentos prévios do aluno
tornando as aulas mais atrativas e uma aprendizagem significativa. De acordo
com Magaldi (2006, p.132):
Há
os vídeos didáticos, gravados de programas cujo objetivo é ensinar. São os
primeiros nos quais se pensam, quando se usa a expressão vídeo educativo.
Porém, há muitos e bons vídeos temáticos, não didáticos que fazem aprender. São
documentários, telejornais reportagem, entrevistas, filmes de ficção, e até
desenhos animados que, realizados sem finalidades instrucionais específicas,
tratam de temas que integram a bagagem cultural básica de todo cidadão, e por isso
mesmo estão presentes direta ou indiretamente, em diferentes programações de
ensino.
Nesse sentido os conteúdos
televisivos podem e devem ser avaliados e trabalhados em sala de aula partindo
de uma perspectiva educacional. É preciso ser levado em consideração que os
programas televisivos por si só não pode provocar mudanças significativas no
ensino é preciso um mediador para compreensão real dos fatos. Conforme Magaldi
(2006, p.122):
Na
esfera dos programas televisivos chamados educativos a primeira etapa é de
incentivar cada pessoa a prestar atenção em sua própria sensibilidade para
tomar consciência de como a telinha provoca em nos reações emocionais
instantâneas. As pessoas falam sobre aquilo que assistiram, e com isso
descobrem o que cada um viu, ouviu e sentiu a mensagem de modo diferente.
Desse modo a interpretação dos fatos
e programas televisivos depende da atuação do professor como norteador dos
conteúdos na sala de aula provocando uma reflexão sobre o conteúdo assistido.
Segundo Magaldi (2006, p.133):
A
ficção narrativa de boa qualidade na tv pode ensinar a respeitar as diferenças;
ajuda os jovens a conviver com a pluralidade de pontos de vistas. Faz com que
valores básicos ligados à vida e à morte, ao prazer e ao sofrimento do ser humano
sejam melhor compreendidos. Há ainda os que integram esse conjunto, e que
propiciam valiosos exercícios de observação e reflexão. Cabe reiterar, no
entanto, que tudo isso dependerá sempre do professor sua sensibilidade e sua
preparação é que farão ou não, que um vídeo se torne educativo.
O que afinal autoriza considerar um
vídeo como educativo? Conforme Magaldi (2006, p.132): “vídeos que podem
desempenhar funções pedagógicas relevantes tais como motivar, contextuar,
aprofundar, diversificar pontos de vista, questionar e discutir, auxiliar a
compreensão de processos e conceitos”.
A partir do objetivo geral da aula
proposta pelo professor e do tema a ser discutido a televisão como objeto de
aprendizagem na escola desempenhara seu papel no processo educativo indo ao
encontro dos conhecimentos dos alunos contribuindo para uma aprendizagem
significativa e na formação de cidadãos críticos-reflexivos.
REFERENCIAL
BIBLIOGRÁFICO
FISCHER, Rosa Maria Bueno. Televisão e Educação:
Fluir e Pensar a TV / 3ed. – Belo Horizonte: Autentica 2006.
FURNAS
CENTRAIS ELÉTRICAS; INSTITUTO ANTONIO CARLOS JOBIM; FUNDAÇÃO
ROBERTO MARINHO. Tom do Pantanal. Disponível
em: http://www.tomdopantanal.org.br/.
Acesso em: 07/06/2014.
VIEIRA,
Pedro Delfino/Clima Biomas do Brasil
Pantanal. Documentário do Bom dia Brasil. Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=bhj4jSPynKk
acesso em: 08/06/2014.
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